OBRIGADO MEUS ESTIMADOS ALUNOS! VOCÊS FAZEM A DIFERENÇA NA MINHA VIDA!
domingo, 30 de janeiro de 2022
sexta-feira, 28 de janeiro de 2022
NOSSO QUERIDO FREI POLICARPO
Cumpriu sua vocação até o fim! Um santo.
Instrumento de Deus na terra!
Nem a chuva e a doença eram obstáculos no serviço a Deus e ao próximo
Cuidado e amor aos enfermos
quinta-feira, 23 de julho de 2020
O EVANGELHO SOBRE OS TELHADOS
Quando tiramos o foco das pessoas, abrimos a porta para todo tipo de injustiça. Jesus disse que o sábado é para o homem e não o homem para o sábado. As regras, os estatutos, os regimentos, os regulamentos, as convenções são mais importantes, mas não apenas para a vida em sociedade. As regras, os estatutos, os regimentos, os regulamentos, as convenções são muito importantes, mas são apenas auxílios para a vida em sociedade. Quando colocamos o foco naquela estrada de transito, saímos da estrada.É preciso olhar para aquela placa, mas mantendo o rumo dentro da estrada, senão as regras perdem o sentido e acabam se tornando uma finalidade em si mesma e, muitas vezes, um instrumento de opressão.
Créditos: Pe. Joãozinho, scj.
quarta-feira, 16 de outubro de 2019
"SÓ NOS CÉU ESTÃO OS PERFEITOS"
| Dizes que o outro está cheio de defeitos! Muito bem... Mas, além de que os perfeitos só se encontram no Céu, tu também arrastas os teus defeitos e, no entanto, suportam-te e, mais ainda, estimam-te: porque te querem com o amor que Jesus Cristo dava aos seus, que bem carregados andavam de misérias! - Aprende. (Sulco, 758) |
Queixas-te de que essa pessoa não é compreensiva... - Eu tenho a certeza de que faz o possível por entender-te. Mas tu, quando é que te esforçarás um pouquinho por compreendê-la? (Sulco, 759)
De acordo!, admito: essa pessoa portou-se mal; a sua conduta é reprovável e indigna; não demonstra classe nenhuma. - Merece humanamente todo o desprezo! - acrescentaste. - Insisto: compreendo-te, mas não compartilho a tua última afirmação. Essa vida mesquinha é sagrada: Cristo morreu para redimi-la! Se Ele não a desprezou, como podes tu atrever-te a fazê-lo? (Sulco, 760)
Verdadeiramente a vida - que já de per si é estreita e insegura - às vezes se torna difícil. - Mas isso contribuirá para fazer-te mais sobrenatural, para te fazer ver a mão de Deus: e assim serás mais humano e compreensivo com os que te rodeiam. (Sulco, 762)
Créditos São Josemaria
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segunda-feira, 8 de julho de 2019
Isto é sucesso
Rir muito e com frequência; ganhar o respeito das pessoas inteligentes e o afeto das crianças; merecer a consideração de críticos honestos e suportar a traição de falsos amigos; apreciar a beleza, encontrar o melhor nos outros; deixar o mundo um pouco melhor, seja por uma saudável criança, um canteiro de jardim ou uma redimida condição social; saber que ao menos uma vida respirou mais fácil porque você viveu.
Isto é ter sucesso!
Ralph Waldo Emerson
quarta-feira, 12 de junho de 2019
CURSO TÉCNICO EM RECURSOS HUMANOS (CEPB)
O Técnico em Recursos Humanos domina conteúdos de processos
relevantes do conhecimento científico,tecnológico, social e cultural,
utilizando suas diferentes linguagens o que lhe confere autonomia
intelectual e moral para acompanhar as mudanças de forma a intervir
no mundo do trabalho. Executa rotinas de departamento de
pessoal(pesquisa, integração, treinamento, folha de pagamento,
tributos e benefícios). Descreve e classifica postos de trabalhos,
aplicação de questionários e processamento de informações acerca
dos trabalhadores. Presta serviços de comunicação, liderança,
motivação, formação de equipes e desenvolvimento pessoal. Atua em
processos de orientação, sobre a importância da segurança no trabalho
e da saúde ocupacional.
Inscrições abertas até 27/06/2019.
Veja mais detalhes no link abaixo
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Desejo – Carlos Drumond de Andrade
"Desejo a você fruto do mato,
cheiro de jardim, namoro no portão,
domingo sem chuva, segunda sem mau humor,
sábado com seu amor, filme de Carlitos,
chope com os amigos, crônica de Rubem Braga,
viver sem inimigos, filme antigo na tv,
ter uma pessoa especial, e que ela goste de você,
música de Tom com letra de Chico, frango caipira em pensão no interior,
ouvir uma palavra agradável, ter uma surpresa agradável,
ver a banda passar, noite de lua cheia,
rever uma velha amizade, te fé em Deus,
não ter que ouvir a palavra “não”,
nem nunca, nem jamais adeus.
Rir como criança, ouvir canto de passarinho,
sarar de resfriado, escrever um poema de amor que nunca será rasgado,
formar um par ideal, tomar banho de cachoeira,
pegar um bronzeado legal, aprender uma nova canção,
esperar alguém na estação, queijo com goiabada,
pôr de sol na roça, uma festa, um violão, uma seresta,
recordar um amor antigo, ter um ombro sempre amigo,
bater palmas de alegria, uma tarde amena,
calçar um velho chinelo, sentar numa velha poltrona,
ouvir a chuva no telhado, vinho branco, Bolero de Ravel . . ."
e muito carinho meu !!!
Feliz 2018
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
FORMANDOS ATLAS 2017
Agradecimento professor
Ensinar é compartilhar de sua própria existência, é acreditar
que se pode contribuir para a formação de um caráter. Ser mestre não é apenas
lecionar. É ser humano e amigo, guia e companheiro. É ser exemplo de dedicação,
doação, dignidade e amor. Poucas foram as oportunidades que tivemos para
agradecer por tão grandioso trabalho. Neste momento de alegria, aproveitamos
para prestar esta justa homenagem a você, professor Aldacir.
Durante
quase dois anos de nossas vidas, o senhor foi o responsável pelos conhecimentos
valiosos que adquirimos. Foi muito além de conteúdos curriculares. O que nos
ensinou foi a base para nos tornarmos pessoas melhores, a sermos mais humanos e
a olhar para o próximo com empatia e respeito. Preparou-nos para ser
profissionais responsáveis, éticos, e acima de tudo, humildes.
E
se precisasse defini-lo em apenas uma palavra, seria essa: HUMILDADE. Humildade
em dividir conosco o conhecimento recolhido durante a sua vida. Humildade em
entender as diferenças de todos os alunos e nos auxiliar da melhor maneira possível.
Em ser paciente e compreensivo e nos apoiar em momentos difíceis, nos
confortando com seus sábios conselhos que transmitiam esperança e desejo de
continuar.
Sempre nos ensinou a trabalhar em equipe,
porque ninguém é nada sozinho. Ensinou que saber conviver e respeitar o outro é
necessário para construir grandes amizades.
Obrigado por ter aceitado o desafio de ser
nosso professor, por ter criado o ambiente das aulas prazerosas e muitos
momentos de companheirismo, aprendemos muito com o senhor e para sempre fará
parte da nossa historia.
Você soube despertar a nossa admiração de
um modo único, e se tornou uma inspiração, um modelo a ser seguido e somos
muito gratos por isso.
Muito mais que um professor. Sempre nos
tratou como alguém da sua família e nós o temos como nosso pai!
Paulo
Freire dizia: 'Educação
não transforma
o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas
transformam o mundo'. Sua educação mudou o nosso
mundo e, com isso, nós iremos contribuir para transformar onde vivemos em um
lugar melhor.
De seus filhos jovens da Atlas!
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Texto das palavras do Santo Padre (sem as improvisações)
Caríssimos irmãos Bispos, Queridos sacerdotes, consagrados, consagradas, seminaristas, Prezadas famílias, queridos amigos colombianos! A alegoria da videira verdadeira, que acabamos de ouvir no Evangelho de João, situa-nos no contexto da Última Ceia de Jesus. Naquele clima de intimidade, de uma certa tensão mas carregada de amor, o Senhor lavou os pés dos seus discípulos, quis perpetuar a sua memória no pão e no vinho, e também abriu profundamente o seu coração àqueles que mais amava. Naquela primeira noite «eucarística», naquele primeiro ocaso, Jesus, depois do gesto de serviço, abre-lhes o seu coração; entrega-lhes o seu testamento. E, como naquele Cenáculo continuaram depois a reunir-se os Apóstolos, algumas mulheres e Maria, a Mãe de Jesus (cf. At 1, 13-14), assim aqui hoje, neste lugar, nos reunimos nós para O escutar, para nos escutarmos.
A Irmã Leidy de São José, Maria Isabel e o Padre Juan Felipe deram-nos o seu testemunho… e cada um de nós que aqui está poderia também contar a sua história vocacional. Em comum, todos temos a experiência de Jesus que veio ao nosso encontro, nos precedeu e assim nos «cativou» o coração. Como diz o Documento de Aparecida, «conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-Lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-Lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria» (n. 29). Muitos de vós, jovens, descobristes Jesus vivo nas vossas comunidades; comunidades com um ardor apostólico contagioso, que entusiasmam e fascinam. Onde há vida, fervor, paixão de levar Cristo aos outros, surgem vocações genuínas; é a vida fraterna e fervorosa da comunidade que desperta o desejo de se consagrar inteiramente a a Deus e à evangelização (cf. Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 107).
Por natureza, os jovens são ricos de aspirações e, apesar de assistirmos a uma crise do compromisso e dos laços comunitários, são muitos os jovens que, à vista dos males do mundo, se mobilizam conjuntamente e se dedicam a diferentes formas de militância e voluntariado. Quando o fazem por amor de Jesus, sentindo-se parte da comunidade, tornam-se «caminheiros da fé», felizes por levar Jesus Cristo a cada esquina, a cada praça, a cada canto da terra (cf. ibid., 107). A videira mencionada por Jesus no texto que foi proclamado é a videira do «povo da aliança». Profetas como Jeremias, Isaías e Ezequiel referem-se a ele comparando-o a uma videira; e o próprio Salmo 80 canta-o dizendo: «Arrancaste uma videira do Egito (…).
Preparaste-lhe o terreno; ela foi deitando raízes e acabou por encher toda a terra» (vv. 9.10). Às vezes expressam a alegria de Deus pela sua videira; outras, a sua cólera, desilusão e enfado; jamais Se desinteressa dela, nunca deixa de sofrer com os seus extravios, de vir ao encontro deste povo que, quando se afasta d’Ele, fica ressequido, arde e se destrói.
Como é a terra, o alimento, o suporte onde cresce esta videira na Colômbia? Em que contextos são gerados os frutos das vocações de especial consagração? Certamente em ambientes cheios de contradições, de luzes e sombras, de situações relacionais complexas. Gostaríamos de contar com um mundo de famílias e vínculos mais serenos, mas somos parte desta crise cultural; e é no meio dela, contando com ela, que Deus continua a chamar. Seria quase ilusório pensar que todos vós ouvistes a chamada do Senhor no seio de famílias sustentadas por um amor forte e cheio de valores como a generosidade, o compromisso, a fidelidade e a paciência (cf. Francisco, Exort. ap. Amoris laetitia, 5). Serão assim algumas; quisera Deus que fossem muitas! Mas, ter os pés por terra significa reconhecer que os nossos percursos vocacionais, o despertar da vocação de Deus, estão mais perto daquilo que já aparece narrado na Palavra de Deus e que a Colômbia bem conhece: «um rasto de sofrimento e sangue (…).
A violência fratricida de Caim contra Abel e os vários litígios entre os filhos e entre as esposas dos patriarcas Abraão, Isaac e Jacob, passando pelas tragédias que cobrem de sangue a família de David, até às numerosas dificuldades familiares que regista a história de Tobias ou a confissão amarga de Job abandonado» (Ibid., 20). Desde o início, foi assim: Deus manifesta a sua proximidade e a sua eleição; Ele muda o curso dos acontecimentos, chamando homens e mulheres na fragilidade da história pessoal e comunitária. Não tenhamos medo! Nesta terra complexa, Deus sempre fez o milagre de gerar cachos bons, como as torradas para o café da manhã. Que não faltem vocações em nenhuma comunidade, em nenhuma família de Medellin! E esta videira – que é a de Jesus – tem a caraterística de ser a verdadeira. Ele já usara este adjetivo noutras ocasiões, segundo o Evangelho de João: a luz verdadeira, o verdadeiro pão do céu, o testemunho verdadeiro. Ora, a verdade não é algo que recebemos, como o pão ou a luz, mas brota de dentro.
Somos povo eleito para a verdade, e a nossa vocação deve acontecer na verdade. Se somos ramos desta videira, se a nossa vocação está enxertada em Jesus, não pode haver lugar para o engano, a hipocrisia, as opções mesquinhas. Todos devemos estar atentos para que cada ramo sirva para o que se pretendia: dar fruto. Desde o início, as pessoas a quem cabe acompanhar os percursos vocacionais deverão motivar para a reta intenção: um desejo autêntico de configurar-se com Jesus, o pastor, o amigo, o esposo. Quando os percursos não são alimentados pela seiva verdadeira que é o Espírito de Jesus, então experimentamos a secura e Deus descobre, com tristeza, aqueles sarmentos já mortos. As vocações de especial consagração morrem quando querem nutrir-se de honrarias, quando são impelidas pela busca de tranquilidade pessoal e promoção social, quando a motivação é «subir de categoria», apegar-se a interesses materiais chegando mesmo ao erro da avidez de lucro.
Como já disse noutras ocasiões, o diabo entra pela carteira. Isto não diz respeito apenas ao início, todos nós devemos estar atentos porque a corrução nos homens e mulheres que estão na Igreja começa assim, pouco a pouco, e depois – o próprio Jesus no-lo diz – lança raízes no coração e acaba por desalojar Deus da própria vida. «Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24; cf. v. 21), não podemos aproveitar-nos da nossa condição religiosa e da bondade do nosso povo para sermos servidos e obter benefícios materiais. Há situações, estilos e opções que manifestam os sinais da secura e da morte: não podem continuar a impedir o fluxo da seiva que alimenta e dá vida. O veneno da mentira, da dissimulação, da manipulação e do abuso do povo de Deus, dos mais frágeis e especialmente dos idosos e das crianças não pode ter lugar na nossa comunidade; são ramos que decidiram secar e que Deus nos manda cortar. Mas Deus não se limita a cortar; a alegoria continua dizendo que Deus poda a videira das imperfeições. A promessa é que daremos fruto, e fruto em abundância, como o grão de trigo, se formos capazes de nos entregar, de dar livremente a vida.
Na Colômbia, temos exemplos de que isto é possível. Pensemos em Santa Laura Montoya, uma religiosa admirável cujas relíquias se encontram aqui connosco e que, a partir desta cidade, se prodigou numa grande obra missionária a favor dos indígenas de todo o país. Quanto nos ensina esta mulher consagrada de entrega silenciosa, abnegada sem outro interesse senão manifestar o rosto materno de Deus! Da mesma forma, podemos recordar o Beato Mariano de Jesús Euse Hoyos, um dos primeiros alunos do Seminário de Medellín, e outros sacerdotes e religiosos colombianos, cujos processos de canonização já foram introduzidos; bem como muitos outros, milhares de colombianos anónimos, que, na simplicidade da sua vida diária, souberam entregar-se pelo Evangelho e que guardais na vossa memória servindo de estímulo para a vossa entrega.
Todos nos mostram que é possível seguir fielmente a chamada do Senhor, que é possível dar muito fruto. A boa notícia é que Ele está disposto a limpar-nos, pois ainda não chegamos à perfeição, mas como bons discípulos estamos a caminho. E como é que Jesus corta os fatores de morte que se aninham na nossa vida e distorcem a vocação? Convidando-nos a permanecer n’Ele; permanecer não significa apenas estar, mas indica manter uma relação vital, existencial, de absoluta necessidade; é viver e crescer em união íntima e fecunda com Jesus, fonte de vida eterna. Permanecer em Jesus não pode ser uma atitude meramente passiva ou um simples abandono sem consequências na vida diária e concreta. Deixai-me propor-vos três modos de tornar efetivo este permanecer:
1. Permanecemos tocando a humanidade de Cristo: Com o olhar e os sentimentos de Jesus, que contempla a realidade não como juiz, mas como bom samaritano; que reconhece os valores do povo com quem caminha, bem como as suas feridas e pecados; que descobre o sofrimento silencioso e se comove perante as necessidades das pessoas, sobretudo quando estas se encontram oprimidas pela injustiça, a pobreza indigna, a indiferença ou pela ação perversa da corrução e da violência. Com os gestos e palavras de Jesus, que expressam amor aos vizinhos e busca dos afastados; ternura e firmeza na denúncia do pecado e no anúncio do Evangelho; alegria e generosidade na entrega e no serviço, sobretudo aos mais pequeninos, rejeitando vigorosamente a tentação de dar tudo por perdido, de nos acomodarmos ou de nos tornarmos apenas administradores de desgraças.
2. Permanecemos contemplando a sua divindade: Suscitando e cultivando a estima pelo estudo, que aumenta o conhecimento de Cristo, pois, como lembra Santo Agostinho, não se pode amar a quem não se conhece (cf. A Trindade, Livro X, cap. I, 3). Privilegiando, para tal conhecimento, o encontro com a Sagrada Escritura, especialmente o Evangelho, onde Cristo nos fala, nos revela o seu amor incondicional ao Pai, nos contagia com a alegria que brota da obediência à sua vontade e do serviço aos irmãos. Quem não conhece as Escrituras, não conhece Jesus. Quem não ama as Escrituras, não ama Jesus (cf. São Jerónimo, Prólogo ao Comentário do profeta Isaías: PL 24, 17).
Gastemos tempo numa leitura orante da Palavra, ouvindo nela o que Deus quer para nós e para o nosso povo. Que todo o nosso estudo nos ajude a ser capazes de interpretar a realidade com os olhos de Deus; não seja um estudo alheado do que vive o nosso povo, nem siga as ondas das modas e das ideologias. Que não viva de saudosismos, nem queira enjaular o mistério; não procure responder a perguntas que ninguém se põe, deixando no vazio existencial aqueles que nos interpelam a partir das coordenadas do seu mundo e da sua cultura. Permanecer e contemplar a sua divindade, fazendo da oração a parte fundamental da nossa vida e do nosso serviço apostólico.
A oração liberta-nos das escórias do mundanismo, ensina-nos a viver com alegria, a escolher a fuga do superficial, num exercício de liberdade autêntica. Arrancanos da tendência a concentrar-nos sobre nós mesmos, fechados numa experiência religiosa vazia e leva a colocar-nos docilmente nas mãos de Deus para cumprir a sua vontade e corresponder ao seu plano de salvação. E, na oração, adorar. Aprender a adorar em silêncio. Sejamos homens e mulheres reconciliados, para reconciliar. O facto de termos sido chamados não nos dá um certificado de boa conduta e impecabilidade; não estamos revestidos duma aura de santidade. Todos somos pecadores e precisamos do perdão e da misericórdia de Deus, para nos erguer cada dia; Ele arranca o que não está bem e o que fizemos de mal, deita-o fora da vinha e queima-o. Limpa-nos para podermos dar fruto. Assim é a fidelidade misericordiosa de Deus para com o seu povo, do qual fazemos parte. Ele nunca nos abandonará na beira da estrada. Deus faz tudo para evitar que o pecado nos vença e feche as portas da nossa vida a um futuro de esperança e de alegria.
3. Finalmente, devemos permanecer em Cristo para viver na alegria: Se permanecermos n’Ele, a sua alegria habitará em nós. Não seremos discípulos tristes e apóstolos amargurados. Pelo contrário, espelharemos e levaremos a alegria verdadeira, a alegria plena que ninguém poderá tirar-nos, espalharemos a esperança de vida nova que Cristo nos trouxe.
A chamada de Deus não é um fardo pesado que nos rouba a alegria. Deus não nos quer submersos na tristeza e no cansaço, que provêm das atividades mal vividas, sem uma espiritualidade que torne feliz a nossa vida e até mesmo as nossas fadigas. A nossa alegria contagiante deve ser o primeiro testemunho da proximidade e do amor de Deus. Somos verdadeiros dispensadores da graça de Deus, quando deixamos transparecer a alegria do encontro com Ele. No Génesis, depois do dilúvio, Noé planta uma videira como sinal do novo começo; ao terminar o Êxodo, aqueles que Moisés enviou para inspecionar a Terra Prometida, voltaram com um cacho de uvas, sinal da terra onde mana leite e mel.
Deus debruçou-Se sobre nós, as nossas comunidades e famílias. O Senhor pôs o seu olhar sobre a Colômbia: vós sois sinal deste amor de predileção. Cabe-nos oferecer todo o nosso amor e serviço unidos a Jesus Cristo, nossa videira, e ser promessa dum novo início para a Colômbia, que deixa para trás um dilúvio de conflitos e violências, que quer produzir muitos frutos de justiça e paz, de encontro e solidariedade.
Que Deus vos abençoe! Deus abençoe a vida consagrada na Colômbia. E não vos esqueçais de rezar por mim».
sexta-feira, 5 de maio de 2017
Lo Stemma
di Papa Francesco
SPIEGAZIONE DELLO STEMMA
“miserando atque eligendo”
http://w2.vatican.va/content/dam/francesco/images/elezione/img/stemma-papa-francesco.png
LO SCUDO
Nei tratti, essenziali, il Papa Francesco ha deciso di conservare il suo stemma anteriore, scelto fin dalla sua consacrazione episcopale e caratterizzato da una lineare semplicità.
Lo scudo blu è sormontato dai simboli della dignità pontificia, uguali a quelli voluti dal predecessore Benedetto XVI (mitra collocata tra chiavi decussate d’oro e d’argento, rilegate da un cordone rosso). In alto, campeggia l’emblema dell’ordine di provenienza del Papa, la Compagnia di Gesù: un sole raggiante e fiammeggiante caricato dalle lettere, in rosso, IHS, monogramma di Cristo. La lettera H è sormontata da una croce; in punta, i tre chiodi in nero.
In basso, si trovano la stella e il fiore di nardo. La stella, secondo l’antica tradizione araldica, simboleggia la Vergine Maria, madre di Cristo e della Chiesa; mentre il fiore di nardo indica San Giuseppe, patrono della Chiesa universale. Nella tradizione iconografica ispanica, infatti, San Giuseppe è raffigurato con un ramo di nardo in mano. Ponendo nel suo scudo tali immagini, il Papa ha inteso esprimere la propria particolare devozione verso la Vergine Santissima e San Giuseppe.
IL MOTTO
Il motto del Santo Padre Francesco è tratto dalle Omelie di San Beda il Venerabile, sacerdote (Om. 21; CCL 122, 149-151), il quale, commentando l’episodio evangelico della vocazione di San Matteo, scrive: “Vidit ergo lesus publicanum et quia miserando atque eligendo vidit, ait illi Sequere me” (Vide Gesù un pubblicano e siccome lo guardò con sentimento di amore e lo scelse, gli disse: Seguimi).
Questa omelia è un omaggio alla misericordia divina ed è riprodotta nella Liturgia delle Ore della festa di San Matteo. Essa riveste un significato particolare nella vita e nell'itinerario spirituale del Papa. Infatti, nella festa di San Matteo dell'anno 1953, il giovane Jorge Bergoglio sperimentò, all’età di 17 anni, in un modo del tutto particolare, la presenza amorosa di Dio nella sua vita. In seguito ad una confessione, si sentì toccare il cuore ed avvertì la discesa della misericordia di Dio, che con sguardo di tenero amore, lo chiamava alla vita religiosa, sull'esempio di Sant'Ignazio di Loyola.
Una volta eletto Vescovo, S.E. Mons. Bergoglio, in ricordo di tale avvenimento che segnò gli inizi della sua totale consacrazione a Dio nella Sua Chiesa, decise di scegliere, come motto e programma di vita, l'espressione di San Bedamiserando atque eligendo, che ha inteso riprodurre anche nel proprio stemma pontificio.
© Copyright - Libreria Editrice Vaticana
Jerome's Latin Vulgate (405 A.D.)
Jerome's Latin Vulgate (405 A.D.)
The First Epistle of Paul the Apostle to the Corinthians
Chapter 13 | |
1 |
si linguis hominum loquar et angelorum caritatem autem non habeam factus sum velut aes sonans aut cymbalum tinniens
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2 |
et si habuero prophetiam et noverim mysteria omnia et omnem scientiam et habuero omnem fidem ita ut montes transferam caritatem autem non habuero nihil sum
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3 |
et si distribuero in cibos pauperum omnes facultates meas et si tradidero corpus meum ut ardeam caritatem autem non habuero nihil mihi prodest
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4 |
caritas patiens est benigna est caritas non aemulatur non agit perperam non inflatur
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5 |
non est ambitiosa non quaerit quae sua sunt non inritatur non cogitat malum
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6 |
non gaudet super iniquitatem congaudet autem veritati
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7 |
omnia suffert omnia credit omnia sperat omnia sustinet
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8 |
caritas numquam excidit sive prophetiae evacuabuntur sive linguae cessabunt sive scientia destruetur
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9 |
ex parte enim cognoscimus et ex parte prophetamus
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10 |
cum autem venerit quod perfectum est evacuabitur quod ex parte est
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11 |
cum essem parvulus loquebar ut parvulus sapiebam ut parvulus cogitabam ut parvulus quando factus sum vir evacuavi quae erant parvuli
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12 |
videmus nunc per speculum in enigmate tunc autem facie ad faciem nunc cognosco ex parte tunc autem cognoscam sicut et cognitus sum
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13 |
nunc autem manet fides spes caritas tria haec maior autem his est caritas
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Saudação de Natal para Refletir
Caríssimos, eu desobedeceria ao meu dever de bispo se lhes dissesse “Feliz Natal” sem incomodá-los. E eu quero incomodar. Eu não posso suportar a ideia de fazer saudações inócuas, formais, impostas pela rotina do calendário.
Então, meus queridos irmãos, a vocês as minhas melhores saudações incômodas!
Que Jesus, nascido por amor, lhes dê náuseas pela vida egoísta, absurda, sem impulso vertical, e lhes conceda a graça de recriar a sua vida na doação de si mesmos, na oração, no silêncio, na coragem. Que o Bebê que dorme em cima da palha lhes tire o sono e faça vocês sentirem o travesseiro da sua cama tão duro quanto uma pedra até acolherem de verdade um desalojado, um necessitado, um pobre que vaga pelas suas ruas por falta de compaixão.
Que o Deus feito carne faça vocês se sentirem vermes toda vez que a sua carreira se tornar o ídolo da sua vida; toda vez que passar os outros para trás for o projeto dos seus dias; toda vez que as costas do próximo se tornarem o instrumento da sua escalada.
Que Maria, a mãe que só encontrou no esterco dos animais o berço em que deitar com ternura o fruto do seu ventre, force vocês, com os seus olhos feridos, a suspender suas festinhas de fim de ano até que a sua consciência hipócrita enxergue que as latas de lixo e os incineradores das clínicas são transformados impunemente em túmulos sem cruz de vidas humanas exterminadas.
Que José, aquele que encarou mil portas fechadas na cara e que é símbolo de todas as desilusões paternas, incomode a esbórnia da sua comilança e dê curto-circuito no seu desperdício de luzes piscantes até vocês entrarem em crise sincera diante do sofrimento de tantos pais que derramam lágrimas pelos filhos sem saúde, sem trabalho e sem oportunidades.
Que os anjos, anunciadores da paz, tragam a guerra à sua tranquilidade sonolenta, incapaz de enxergar que, sob o seu silêncio cúmplice, perpetram-se injustiças, expulsam-se pessoas, fabricam-se armas, militariza-se a terra dos humildes, condenam-se povos ao extermínio da fome.
Que os pobres que acorrem à gruta de Belém enquanto os poderosos conspiram na escuridão e a cidade dorme na indiferença façam vocês entenderem que, se quiserem ver “uma grande luz”, precisam se levantar e partir; façam vocês entenderem que as esmolas de quem lucra com o couro das pessoas são calmantes inúteis; façam vocês entenderem que as belas roupas compradas com o décimo terceiro podem até causar boa impressão, mas não aquecem a alma; façam vocês entenderem que a coexistência de pessoas sem lar e de especulação corporativa é um ato de horrendo sacrilégio.
Que os pastores que velavam no meio da noite vigiando o rebanho e perscrutando a alvorada deem a vocês um sentido para a história, a emoção da expectativa, a alegria do abandono em Deus e lhes inspirem o desejo profundo de viver pobres em espírito, porque viver pobre em espírito é a única maneira de morrer rico aos olhos de Deus.
Que, em nosso velho mundo moribundo, nasça a esperança.
Feliz Natal!
+ Dom Tonino Bello
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
ALEXANDRE, O GRANDE
Perto de morrer, Alexandre, o Grande, fez 3 pedidos aos seus ministros:
1) Que seu caixão fosse carregado pelos melhores médicos da época.
2) Que os tesouros que tinha fossem espalhados pelo caminho até seu túmulo.
3) Que suas mãos ficassem fora do caixão e à vista de todos.
Os ministros, surpresos, perguntaram: "Quais são os motivos?"
Ele respondeu:
1) Eu quero que os melhores médicos carreguem meu caixão, para mostrar que eles não têm poder nenhum sobre a morte.
2) Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros, para que todos possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui ficam.
3) Eu quero que minhas mãos fiquem para fora do caixão, de modo que as pessoas possam ver que viemos com as mãos vazias, e de mãos vazias voltamos.
“TEMPO” é o tesouro mais precioso que temos, nós podemos produzir mais dinheiro, mas não mais tempo…!
O melhor presente que você pode dar a alguém é o seu tempo! Dedique mais do seu tempo a Deus e às pessoas a quem você ama.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Nota da Comissão Episcopal Pastoral Para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz
Nós, Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, e bispos referenciais das Pastorais Sociais, da
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, reunidos em Brasília, nos dias 18 e 19 de outubro de 2016, manifestamos nossa preocupação com
o cenário de retrocessos dos direitos sociais em curso no Brasil.
Entendemos que as propostas de reforma trabalhista e terceirização, reforma do Ensino Médio, reforma da Previdência Social e, sobretudo, a
Proposta de Emenda Constitucional, PEC 241/2016, que estabelece teto nos recursos públicos para as políticas sociais, por 20 anos, colocam
em risco os direitos sociais do povo brasileiro, sobretudo dos empobrecidos.
Em sintonia com a Doutrina Social da Igreja Católica, não se pode equilibrar as contas cortando os investimentos nos serviços públicos que
atendem aos mais pobres de nossa nação. Não é justo que os pobres paguem essa conta, enquanto outros setores continuam lucrando com a
crise.
Afirmamos nossa solidariedade com os Movimentos Sociais, principalmente de trabalhadores e trabalhadoras, e com a juventude, que
manifestam seu descontentamento com as propostas do governo, bem como todas as organizações que lutam na defesa dos direitos da
população.
Encorajamos as Pastorais Sociais a participarem, com os demais movimentos e organizações populares, na defesa das conquistas sociais
garantidas na Constituição Federal de 1988, na qual a CNBB tanto se empenhou no final da década de 1980. Não desanimemos diante das
dificuldades. Somos povo da esperança!
Com compromisso profético, denunciamos, como fez o Profeta Amós: "Eles vendem o justo por dinheiro, o indigente, por um par de sandálias;
esmagam a cabeça dos fracos no pó da terra e tornam a vida dos oprimidos impossível" (Am 2,67).
O Espírito do Senhor nos anima no serviço da Caridade, da Justiça e da Paz. Com Maria cantamos a grandeza de Deus que "derruba os
poderosos de seus tronos e exalta os humildes; enche de bens os famintos e manda embora os ricos de mãos vazias" (Lc 1, 51s).
Brasília, 19 de Outubro de 2016.
Dom Guilherme Werlang
Bispo de Ipameri GO
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para
o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz
Família, lugar de Perdão
Não existe família perfeita! Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros.Decepcionamos uns aos outros.
Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas.
Sem perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente.
É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença.
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
FORMANDOS 2016
Recebi este convite com um enorme contentamento.
Muito Obrigado pela homenagem, são estes gestos, que me fazem
dizer com muita lucidez e convicção:
Agradeço a Deus todos os dias pela missão de ser professor e amo
o que faço.
Agradeço a ATLAS pelo apoio e prestígio no desenvolvimento deste
trabalho, e também pelo afeto que sou recebido pelos colaboradores, desde a
chegada até a saída da empresa.
Agradeço também ao SENAI pela confiança depositada no meu
trabalho.
Tivemos ocasiões que serão inesquecíveis: as dinâmicas, as provas, o
aprendizado teórico e o nosso plano de negócios e também incluímos momentos polêmicos,
lúdicos, sérios, críticos, mas sempre dentro de um clima de respeito e
liberdade. Sabemos que estas condições são essenciais para que haja um debate
franco de nossas ideias e, ao mesmo tempo, a formação de bons profissionais e
cidadãos.
“O valor das
coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que
acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e
pessoas incomparáveis”.
E a emoção desse dia tem de ser um marco que nos proteja do
crime da acomodação e da apatia. Que a juventude que temos seja eterna, e que o
desejo de mudar o mundo saia da apatia e habite a realidade.
Tornem suas vidas extraordinárias!!!
Mais uma vez, muito obrigado e lembrem-se, estarei sempre aqui
quando precisarem de mim.
Prof. Aldacir Casagrande
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